Data de publicação: 12.09.2026 <Voltar
APRI na ROG.e 2026: do RISCO à DECISÃO
A indústria de E&P dispõe de metodologias robustas para analisar Riscos. APR/HAZID, HAZOP, FMECA, BowTie e LOPA são amplamente utilizadas.
O desafio surge quando estudos tecnicamente consistentes permanecem fragmentados, dificultando a rastreabilidade entre Perigos, Cenários, Barreiras, Decisões e Monitoramento.
Foi para enfrentar essa lacuna que nasceu a APRI — Análise Preliminar de Riscos e Incertezas.
INTEGRAR sem SUBSTITUIR
A APRI não pretende substituir metodologias consagradas. Ela as organiza dentro de uma arquitetura integrada, estruturada e auditável, orientada por um encadeamento lógico:
PERIGO → CENÁRIO → BARREIRAS → DECISÃO → MONITORAMENTO
Sua estrutura está apoiada em cinco princípios: Rastreabilidade Vertical; Sequenciamento e Uniformização; Consolidação de Barreiras; Aplicação Estruturada do ALARP; e Monitoramento Contínuo por Indicadores.
E sua aplicação ocorre em quatro fases integradas: Identificação estruturada dos Perigos e Incertezas; Modelagem de Cenários; Classificação e Consolidação de Barreiras; e Verificação ALARP com Monitoramento.
Da METODOLOGIA à aplicação REAL
A APRI foi aplicada e progressivamente aprimorada em mais de 30 estudos reais, envolvendo ativos Onshore e Offshore, incluindo unidades em produção e projetos sujeitos a restrições operacionais e regulatórias.
O trabalho apresentado na ROG.e mostra três aplicações representativas:
IMPACI — Estruturação Pré-FEL: antecipação de Riscos e Incertezas de Poços enquanto ainda existe flexibilidade para influenciar decisões do projeto.
RQR-IGRPoços — Revisão Quinquenal: atualização da avaliação dos Riscos, Integridade dos Poços, Desempenho das Barreiras e Evidências para suporte à Governança e Requisitos Regulatórios.
SCC-CO₂ — Integridade Offshore: aplicação da APRI na avaliação de integridade de Dutos Flexíveis, consolidando estudos existentes, Mecanismos de Degradação, Barreiras e Indicadores Operacionais.
O que APRENDEMOS?
Nos três casos apresentados, a APRI permitiu identificar inconsistências entre Cenários e Controles existentes que levaram à reclassificação de aproximadamente 15% a 20% dos cenários originalmente avaliados.
O paper também relata ganhos específicos de Rastreabilidade, Uniformização e Redução de esforço ou ambiguidades nos casos analisados.
Mais do que reunir ferramentas, portanto, a proposta é transformar análises fragmentadas em um sistema coerente, Rastreável e Auditável de governança dos RISCOS e INCERTEZAS ao longo do Ciclo de Vida dos Ativos.
APRI na ROG.e 2026
A GeRisk levará essa experiência para a programação técnica da ROG.e 2026 com o trabalho: “APRI: Architecture for Integrated Risk and Uncertainty Governance in Oil & Gas Projects”
Será uma oportunidade para compartilhar aplicações, resultados e aprendizados — e, principalmente, CONVERSAR sobre como transformar RISCOS e INCERTEZAS em decisões mais consistentes.
Você estará na ROG.e 2026? Venha conhecer a APRI e conversar com a GeRisk.
Quem ANTECIPA RISCOS, DECIDE MELHOR.

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