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CORONAVÍRUS: CRISE HUMANITÁRIA EM 2020 – Estamos, como o mundo e a sociedade brasileira, bastante preocupados com a situação atual.

Queremos ajudar a enfrentar os desafios, no momento, imensuráveis para contenção, controle e ações para que essa crise humanitária possa ser equacionada o mais breve e com o menor custo possível (ALARP – As Low As Reasonably: risco tão baixo quanto razoavelmente praticável).

Ajude informando e repassando dados e informações (Fake Não) relevantes sobre o COVID 19. Faça críticas e de sugestões que possam ajudar. REFLEXÃO DO MÊS: QUAL O FUTURO DA EMBRAER APÓS A PANDEMIA COVID-19?

Resposta (12):

Maria Teresa Ribeiro Fuess

Data de publicação: 02/05/2020 - 22:54

Certamente este é um tema relevante para o futuro do Brasil. Para avançar na discussão proponho um maior aprofundamento em três questões: 1. Que países na América do Sul terão negócios em aviação na casa do bilhão, ou meio bilhão, principalmente após a pandemia? 2. Faz sentido utilizar mais dinheiro do BNDES com países da América do Sul, considerando os vultosos calotes já existentes? 3. Parcela significativa do EMBRAER está na mão de fundos estrangeiros. Como este grupo representativo veria esta alternativa?

Maria Teresa Fuess

Data de publicação: 01/05/2020 - 15:12

Desta vez o jeitinho brasileiro não funcionou. . . . Nestes últimos dois meses temos visto muita discussão sobre o que seria pior: manter a economia funcionando e deixar o coronavírus fazer o seu trabalho ou colocar todo mundo em quarentena e com isto, alongar a curva de contaminação, ter tempo de preparar uma infraestrutura hospitalar melhor e aguardar algum remédio ou vacina salvadores... A maior parte do mundo escolheu a segunda opção. Mas o Brasil mais uma vez conseguiu inovar: começou a quarentena relativamente cedo, mas não levou a quarentena a sério. Agora temos os dois problemas: a economia “parada” há quase dois meses e a epidemia só cresce!!!!

ARLINDO Souza

Data de publicação: 24/04/2020 - 05:12

Com relação a publicação: O FUTURO NÃO SERÁ O MESMO - O consumo não volta tão cedo aos níveis anteriores, diz Décio Oddone, ex-diretor da ANP por Ancelmo Gois 23/04/2020 07:30 O que seria tão cedo? Até o final de 2020? Três anos? Mais? Aos custos atuais dos serviços o shale dos EUA e quase todos os projetos novos offshore, incluindo o pré-sal não se viabilizam economicamente com o Brent abaixo dos 30 dólares por barril. Estes serviços teriam que cair bastante para o ajuste nesse patamar. Os custos de produção somados aos gastos para manter o regime de governo e a estabilidade social, nos produtores árabes, difícil de se calcular, mas acredito esteja em torno de 25 USD. Por outro lado, as energias alternativas quase todas ficam inviáveis se comparadas ao petróleo abaixo de 40 dólares o barril e ao logística de armazenamento deve mudar após a COVID-19. E o BRASIL? Resta ser criativo e “pensar fora da caixa”. Alimentos, minério de ferro serão insumos necessários para retomada do mundo após essa crise. Temos um potencial produtor enorme. É preciso de trabalho e energia para produzir. Não seria mais interessante ao invés de pagar 600,00 para ficar em casa produzindo muito pouco ou nada, um Isolamento Bambolê: resiliente, flexível, mantendo dois metros de distância e ajudando a produzir mais energia, alimentos e minério de ferro gerando estoques capaz de abastecer o mundo? Tenho um projeto conceitual para esta Identificação de Oportunidade, se tiver interesse em detalhes é só me procurar.

ARLINDO Souza

Data de publicação: 19/04/2020 - 07:29

COVID-19 e seus impactos na produção de petróleo e gás natural:o que seria uma herança positiva? Só enxergo quebradeira dos pequenos produtores e postergação de grandes”, é a pertinente observação e importante questionamento do MARCELLO MATZ. No intuito de provocar uma reflexão vamos à minha modesta opinião. Muitos me avaliam como um Otimista que nos últimos 20 anos trabalha com a análise e mitigação de Riscos e Incertezas em projetos de E&P. Eu me considero um Otimista REALISTA: sempre trabalho esperando o melhor considerando três métodos de Mitigação de Risco e Incertezas: a) Engenharia da Confiabilidade (HAZOP, APR e várias ferramentas para Análise dos Risco e Incertezas); b) Investigação de Acidentes e Incidentes (erros e acertos históricos) e c) método baseado na filosofia de Barreiras e metas de Desempenho (cenário e salvaguardas). Em síntese: uma visão positiva, tentando não tirar os pés do chão. A história mostra que avanços significativos da humanidade ocorrem em resposta a crises como guerras, desastres naturais e pandemias. No petróleo não é diferente e as crises enfrentadas no segmento, desde o coronel Drake, deixaram impactos e provocaram mudanças econômicas e sociais. Acidentes como os de Piper Alpha (1988) e Macondo (2010) deixaram como positivo mudanças significativas nos conceitos, critérios e modus operandi da segurança operacional em poços de petróleo. A crise do petróleo de 1973-1974 com o choque de alta e ausência de combustíveis é outro exemplo. MARCELO GAUTO na publicação: “A OPEP não dará conta, o muro se aproxima”, com dados objetivos e informações fundamentadas nos ajuda a entender um pouco do contexto no início de 2020. Cenário este que está sendo amplificado e impactado pela Covid-19. PETRONAÇÕES, shale nos EUA, mudança de hábitos de Consumo, pequenos Produtores, produção em Águas Profundas, Energias Alternativas, cortes na Produção: uma verdadeira guerra de interesses individuais e sobrevivência coletiva. Historicamente é uma questão de Tempo e o reequilíbrio Oferta/Demanda/Consumo/Preço se restabelecerá, provavelmente como o Coronavírus deixando sofrimento, dor e morte pelo caminho. Evidentemente todos nós temos que tentar mitigar estes efeitos nefastos. Quanto à Herança Positiva que espero e procuro incentivar: a) que os grandes Produtores entendam que para gerar Riquezas precisam se preocupar com a Liquidez dos Consumidores e estes, por sua vez, entender as necessidades de Ganho dos Produtores. E que muitos dos Consumidores, além dos lucros, produzem alimentação e insumos básicos para as PETRONAÇÕES. Isto já começa a acontecer devido à busca da sobrevivência nesse cenário complicado e sem precedentes; b) que a Sociedade perceba que os pequenos produtores são necessários e devem ser incentivados para dar suporte, atuar como reguladores da cadeia e buscar eficiência operacional de forma Sustentável. Oligopólios e Ditaduras podem criar dependências e desequilíbrios no mínimo preocupantes e c) o Fracking, o uso de Hidrocarbonetos como Combustível e a utilização das Energias Renováveis estão nos níveis desejados? O que podemos fazer? OTIMISTA, REALISTA ou SONHADOR? Você decide Agora e o Futuro dirá.

ARLINDO Souza

Data de publicação: 15/04/2020 - 10:20

PANDEMIA, Surto, Endemia e Epidemia: do que estamos falando 1) PANDEMIA: cenário em que o Surto de uma Doença acontece em diversas regiões do planeta como é o caso do COVID-19 agora em 2020; 2) Surto: acontece quando há o aumento repentino do número de casos de uma Doença em uma região específica; 3) Endemia: quando o Surto acontece com muita frequência em um determinado local, portanto esta relacionada a Sazonalidade. A Febre Amarela é considerada uma Doença Endêmica na região Norte do BRASIL; 4) Epidemia: cenário em que o Surto acontece em diversas regiões ao mesmo tempo. Pode ser Municipal, Estadual ou Nacional.

Arlindo Souza

Data de publicação: 14/04/2020 - 09:29

1) a DOENÇA: pandemias reduzem a Mortalidade quando uma parcela significativa da população se torna imune a ela. Isto ocorre basicamente de duas formas: vacina ou pelo contágio e desenvolvimento de anticorpos pelo organismo da pessoa contaminada. No caso do COVID 19 ainda não temos vacina disponível. 2) os EFEITOS: de acordo com os especialistas pessoas contaminadas podem se classificadas em quatro grupos: 2.1)Assintomáticas (30%): aquelas que mesmo contagiadas não apresentam sintomas e muitas vezes nem sabem ou ficam sabendo que foram contaminadas; 2.2)Sintomas Leves (55%): sintomas similares a uma gripe (febre baixa, tosse seca, cansaço, dor de cabeça etc.). A Recomendação dos médicos, nestes casos, é a de ficar em casa em Isolamento e usar antitérmicos, vitamina C e repouso somente quando necessários. Dispor de um oxímetro e medir periodicamente a oxigenação é desejável; 3)Casos Graves (10%): falta de ar sinalizando comprometimento dos pulmões. Aqui procurar um Hospital é recomendado (sugestão em caso de dúvida: consulte um Médico pela Internet, atualmente existe vários inclusive Gratuitos) pois pode necessitar acesso a respiradores, internação e até UTI. Tratados adequadamente podem se recuperar em até três semanas; 4)Casos Críticos (5%): pessoas debilitadas ou com comorbidades preexistentes como alguns idosos. Neste caso o Risco de Óbito é alto, mesmo que disponha de suporte e tratamento adequado. Um exemplo recente é o presidente do Banco Santander em Portugal. 3) o REMÉDIO: o que tem sido indicado e incentivado é a Quarentena. A ideia é ganhar tempo, alongar a curva da pandemia e adequar a estrutura hospitalar para a explosão da demanda. Entendo e concordo mas me preocupo com três questões: 3.1)Como atender adequadamente os 15% (itens 2.3 e 2.4) mitigando os impactos sociais e econômicos?; 3.2)Como minimizar a exposição e Risco de Contágio Grave (alta exposição) dos profissionais envolvidos diretamente no atendimento dos contaminados e os trabalhadores de serviços essenciais que não podem ficar em Isolamento?;3.3)Quanto tempo podemos manter ou aprofundar as Ações Atuais (isolamento, quarentena parcial ou total, redução de serviços e produtos etc.) sem que provoque uma Nova Pandemia Local, Regional, Nacional e até Mundial?

Teresa Fuess

Data de publicação: 10/04/2020 - 11:46

Quando vai Acabar? Enquanto se enfatiza por (quase) todos os meios a necessidade de se manter o isolamento social, pouco se comenta sobre o final deste isolamento, e principalmente, quais os critérios para isto. Talvez porque isto represente um paradoxo: a pandemia deixa de existir (ou ser considerada como tal) quando uma certa porcentagem dos indivíduos já estiver imunizada. 60%? 70%? A partir daí o vírus vai encontrar cada vez mais indivíduos imunes e se espalhar numa velocidade cada vez menor. Porém o isolamento social tem por objetivo exatamente o oposto: contaminar o menor número possível de pessoas, para assegurar que os sistemas de saúde dêem conta da porcentagem destes indivíduos contaminados que vai requerer internação. O problema poderia ser descrito como: Como atingir a imunização necessária com o mínimo custo? Não é um problema de solução fácil, principalmente porque parte do custo está relacionado a vidas humanas... Um análise mais objetiva da situação leva a pensar que um requisito fundamental para a resolução deste problema tem a ver com a coleta de dados. Os custos têm sido “razoavelmente quantificados”: número de internados graves, número de óbitos, Desemprego, socorro com dinheiro público... Mas e os dados que nos levariam para o outro lado? O afrouxamento ou liberação do isolamento social? Enquanto se aguarda a descoberta de uma vacina, não há dados nem se visualiza a forma de se obter dados minimamente confiáveis sobre como a porcentagem de imunizados está evoluindo. Assim fica a pergunta: quando isto vai acabar? Parece que ninguém faz ideia!!!

Arlindo Souza

Data de publicação: 31/03/2020 - 07:35

CORONAVÍRUS (COVID 19): Isolamento Social e Quarentena É fato que em situações de Crise e Emergência como a atual as garantias dos direitos individuais e sociais e as responsabilidades e obrigações do poder público ficam confusas e nebulosas. Priorizar a vida, atender as orientações do Ministério da Saúde e da OMS (Organização Mundial da Saúde) além das autoridades e especialistas da área médica locais é prioritário. Neste contexto, se o Isolamento e a Quarentena são as recomendações que temos de melhor para o momento devem ser obedecidas mas também questionadas e analisadas a validade e o Modus Operandi. Evitar aglomerações, considerar os problemas e disparidades econômicas e sociais existentes no diversos rincões do país, analisar os impactos (positivos e negativos) atuais e futuros das ações implementadas e do tempo necessário e sobretudo POSSÍVEL do Isolamento e Quarentena são pontos obrigatórios. Sugestões para um brainstorming: a) Restringir o funcionamento das atividades econômicas de forma estudada (parcial e/ou total): comércio, restaurantes, hotéis, bares, serviços etc.; b) Garantir o fornecimento mínimo de serviços essenciais ou de primeira necessidade: Saúde, Alimentação, Limpeza Pública, Abastecimento de Água, Imprensa, Transporte Público; c) Priorizar ações de controle e mitigação da exposição ao CORONAVÍRUS (contágio) dos profissionais que estão trabalhando nas atividades essenciais e portanto não podem atender a Quarentena (sistema de rodízio, atendimento médico prioritário, equipamento de proteção (EPI), alimentação adequada etc.); d) Verificar necessidade de Descontinuar, Diminuir e até Ampliar determinados Serviços Públicos e privados, durante a Crise, de maneira localizada (estados, cidades e municípios) considerando e procurando quantificar as Vantagens, Desvantagens e Recursos necessários. Todo Remédio tem seus efeitos Colaterais e o que se espera que o BENEFÍCIO seja maior que os problemas gerados. Isto deve VALER para a VIDA e para MORTE, não? What do you think about this?

Arlindo Souza

Data de publicação: 30/03/2020 - 09:21

EXISTIR CONFIANÇA VAI FAZER A DIFERENÇA: a experiência da China durante 2 meses de Quarentena - Que a China é um "regime fechado" onde as notícias são "mais controladas" é um fato. Mesmo assim, até por falta de opção, risos, resolvi pesquisar o que tem sido feito por lá. RESUMO da Ópera: a) abastecimento de alimentos e remédios é condição sine qua non (liberação de estoque estratégicos, multa pesada para quem subir os preços, transferência de produtos de onde tem excesso para onde tem escassez, centralização de compras/vendas, estratégia de logística e canais verdes de abastecimento), b) digitalização da sociedade (maturidade com o uso da tecnologia, uso plataformas de delivery), c) adaptação ao confinamento (condomínios fechados, procedimentos rígidos). Autoridade forte com credibilidade e Ações amargas e não populares estão no Pareto dos Remédios encontrados..

Arlindo Souza

Data de publicação: 29/03/2020 - 10:06

Coronavírus causa perda de olfato e paladar? O fato de muitos dos acometidos pela Covid-19 se queixarem de dificuldade para diferenciar aromas ou sabores é recente. Quem chamou a atenção para esse fenômeno foi a Associação Britânica de Otorrinolaringologia. Os médicos Claire Hopkins e Nirmal Kumar, representantes da entidade, produziram uma carta em que apontam relatos de perda de olfato e paladar entre pacientes com a doença em vários países. “Na Alemanha, foi reportado que dois terços dos casos confirmados apresentam esse sintoma. Na Coreia do Sul, onde os testes de diagnóstico para coronavírus estão mais disponíveis, 30% dos pacientes tiveram anosmia [perda de olfato] como o principal sinal nos quadros moderados”, escreveram. Vale ressaltar, no entanto, que nenhum estudo confirmou essa relação oficialmente. E ainda não se sabe ao certo qual o mecanismo que faria o vírus prejudicar esses dois sentidos. Tem gente que acha que o agente infeccioso teria a capacidade de invadir de forma temporária alguns nervos da face. Isso, por sua vez, prejudicaria a chegada das informações do ambiente, como aromas e sabores, até o cérebro. Outra possível explicação seria o fato de o catarro bloquear as vias aéreas superiores. Assim como na gripe ou no resfriado comum, o nariz entupido não permite que a gente respire bem ou sinta todas as nuances do gosto de um alimento.

Arlindo Souza

Data de publicação: 29/03/2020 - 06:20

Divagações de um preocupado Engenheiro de Petróleo leigo em Infectologia II: a) existe alguma maneira prática de "ter certeza" (probabilidade maior que 90%) de alguém estar imune ao COVID-19 (já foi contagiado ou não)?; b) Tem como saber, de maneira prática, se alguém não corri o risco de transmitir o vírus? Pensando no "day after" me parece relevante que questões como estas sejam priorizadas no esforço mundial de controlar e passar por esta crise. Com a palavra os Especialistas e Não Especialistas.

Arlindo Souza

Data de publicação: 25/03/2020 - 00:04

COVID 19: divagações de um preocupado Engenheiro de Petróleo leigo em infectologia I Li na internet nos últimos dias três notícias (não sei se são “fake”): - “idosa de 95 anos tornou-se a mulher mais velha do Mundo a se recuperar após estar infetada com coronavírus. O caso de sucesso foi registrado na Itália e os médicos confirmaram que a mulher já teve alta hospitalar depois de ter mostrado uma "grande reação" à infeção contagiosa. A idosa conseguiu se recuperar da infeção sem necessidade de passar por uma terapia antiviral com recurso a medicamentos usados para combater infeções crónicas”; - “homem de 79 anos, da Ligúria, conseguiu se recuperar após ser infetado com Covid-19”; - “idoso de 91 anos teve alta hospitalar nesta sexta-feira (7) na China após se recuperar da infecção, de acordo com a mídia local. Ele é considerado o paciente mais idoso a se recuperar do coronavírus. O homem, identificado apenas como 'Wang', estava internado no Hospital de Yichang, na cidade de mesmo nome que fica em Hubei, província epicentro da doença na China”. O que me chamou a atenção é que as notícias se preocupavam em “contar o Milagre” e não davam ênfase à “procura do Santo”. Como engenheiro, penso que deva ser formada uma Equipe de especialistas empenhados em procurar todos esses casos e investigar com atenção. A natureza tem a resposta, temos apenas que entender. É semelhante à maioria dos problemas de engenharia. Estou errado? Existe alguma equipe focada e trabalhando nisso? É uma pergunta de leigo que quer contribuir de alguma forma...